PSOL se mobiliza contra notícias falsas sobre Marielle; 11 mil denúncias já foram feitas
O departamento jurídico do PSOL e familiares de Marielle Franco iniciaram uma mobilização para coletar provas e denunciar pessoas que têm usado as redes sociais para compartilhar informações falsas e difamar a vereadora, assassinada na última quarta-feira, 14, no Rio. Seu motorista, Anderson Pedro Gomes, também foi morto no atentado.
Em mensagens publicadas no Facebook e no Twitter e áudios enviados pelo aplicativo Whatsapp, internautas têm divulgado informações - sem nenhuma comprovação - de que Marielle teria ligação com o crime organizado e que sua morte estaria relacionada a esse envolvimento.
Em um dos áudios, um homem não identificado diz que a vereadora só foi eleita porque tinha apoio do Comando Vermelho. A tese foi reproduzida por uma desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) em uma postagem no Facebook. “A questão é que a tal Marielle não era apenas uma ‘lutadora’; ela estava engajada com bandidos! Foi eleita pelo Comando Vermelho e descumpriu ‘compromissos’ assumidos com seus apoiadores”, escreveu a juíza Marília Castro Neves.

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