Disputa no Ministério Público: sucessor de Janot pode prejudicar Lava Jato?
Na mesma semana em que deve encaminhar a primeira denúncia contra o
presidente Michel Temer, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot,
começa a despedir-se do cargo.
O segundo mandato - de dois anos cada - de Janot, que ganhou grande visibilidade com o andamento da Operação Lava Jato, expira em setembro. Nesta terça-feira, os integrantes do Ministério Público Federal votam uma lista tríplice para indicar um sucessor; o próprio Janot não está na lista.
Além de ocorrer em meio a uma crise política, o processo será definido pelo próprio Temer, que tem a prerrogativa constitucional de escolher o procurador-geral da República. O único requisito é que seja membro da carreira do Ministério Público da União e tenha mais de 35 anos.
O segundo mandato - de dois anos cada - de Janot, que ganhou grande visibilidade com o andamento da Operação Lava Jato, expira em setembro. Nesta terça-feira, os integrantes do Ministério Público Federal votam uma lista tríplice para indicar um sucessor; o próprio Janot não está na lista.
Além de ocorrer em meio a uma crise política, o processo será definido pelo próprio Temer, que tem a prerrogativa constitucional de escolher o procurador-geral da República. O único requisito é que seja membro da carreira do Ministério Público da União e tenha mais de 35 anos.

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