No Ceará, 14 vigilantes já sofreram ataques criminosos em 2017

No Ceará, 14 vigilantes de empresas privadas foram baleados e dois morreram em serviço desde o começo do ano, segundo Sindicato dos Empregados no Transporte de Valores do Ceará (Sindivalores). 

Conforme Wellington Nascimento, diretor do Sindivalores, alguns fatores colaboram para que o trabalhadores da área sejam vítimas da ação de bandidos, como a lei municipal que determina que quando o carro-forte vai fazer coleta, deve haver um espaço específico e a área tem que ser reservada para os trabalhadores, mas isso não é cumprido pelas empresas. 

A polícia confirma que esses trabalhadores são sempre visados pelos bandidos. Raphael Vilarinho, delegado da Roubos e Furtos, afirma que é "muito comum vigilantes ficarem sozinhos no local, isso facilita ações para roubo de armas e coletes".

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