Defesa de Cunha acusa Moro de ter sentença pronta
Diante da condenação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a quinze anos de prisão, a
defesa do peemedebista reagiu nesta quinta-feira, acusando o juiz
Sergio Moro de ser “imparcial” e de ter proferido a sentença sem ler as
alegações finais da defesa.
Os advogados manifestaram “perplexidade” com a velocidade com que o juiz federal Sergio Moro puniu seu cliente pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O processo estava nas mãos do juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba há cerca de sete meses.
“É irracional querer acreditar que essa sentença não estava pronta”, disse o advogado Ticiano Figueiredo.
“Siga o raciocínio: as alegações finais foram entregues na tarde da última segunda-feira. O processo foi concluso pelo juiz na terça à tarde. Então, ele teve 48 horas para ler as alegações da defesa, ouvir os 21 depoimentos, confrontar as provas, fazer duas audiências, dar despacho em outro caso, e voar hoje para Brasília, antes de sentenciá-lo”, completou.
Os advogados manifestaram “perplexidade” com a velocidade com que o juiz federal Sergio Moro puniu seu cliente pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O processo estava nas mãos do juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba há cerca de sete meses.
“É irracional querer acreditar que essa sentença não estava pronta”, disse o advogado Ticiano Figueiredo.
“Siga o raciocínio: as alegações finais foram entregues na tarde da última segunda-feira. O processo foi concluso pelo juiz na terça à tarde. Então, ele teve 48 horas para ler as alegações da defesa, ouvir os 21 depoimentos, confrontar as provas, fazer duas audiências, dar despacho em outro caso, e voar hoje para Brasília, antes de sentenciá-lo”, completou.

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