Empresa fraudava Enem e usava aprovação em marketing, afirma MPF-CE
O Ministério Público Federal no Ceará denunciou na Justiça Federal sete
pessoas suspeitas de fraudes realizadas em 2013 e 2014 em vestibulares e
no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). De acordo com o MPF, o
esquema era chefiado por uma empresa especializada em cursinhos para
vestibulares e usava as aprovações obtidas por meio de fraude,
principalmente no curso de medicina, em campanhas publicitárias. O MPF
pede que a Justiça condene os suspeitos e quer a anulação da aprovação
dos candidatos que participaram do esquema.
De acordo com o procurador da República Celso Leal, autor da denúncia, o objetivo da fraude articulada pelos idealizadores da associação criminosa, além de vantagem financeira e do indevido acesso em cursos de medicina, era, também, proporcionar visibilidade e garantir o maior marketing possível a uma empresa de cursinhos.
A empresa, segundo a o procurador, é especializada em vestibulares na área da saúde, com sede na Paraíba, e que tinha como proprietários dois dos denunciados. Candidatos beneficiados com o esquema eram alunos do cursinho e professores pela empresa atuavam como "pilotos", resolvendo as provas e repassando os gabaritos.
De acordo com o procurador da República Celso Leal, autor da denúncia, o objetivo da fraude articulada pelos idealizadores da associação criminosa, além de vantagem financeira e do indevido acesso em cursos de medicina, era, também, proporcionar visibilidade e garantir o maior marketing possível a uma empresa de cursinhos.
A empresa, segundo a o procurador, é especializada em vestibulares na área da saúde, com sede na Paraíba, e que tinha como proprietários dois dos denunciados. Candidatos beneficiados com o esquema eram alunos do cursinho e professores pela empresa atuavam como "pilotos", resolvendo as provas e repassando os gabaritos.
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