'Fiquei revoltada', diz mãe de criança anã que teve matrícula escolar negada
O caso foi em dezembro de 2012 e, de acordo com o decisão da Justiça, na época, a coordenadora de materiais Maria Zilda Jacoia, mãe de Guilherme, chegou a visitar o colégio e teve a matrícula garantida pelos funcionários. "Conheci a escola durante um feriado em Sorocaba. Conversei com os funcionários e expliquei as necessidades dele. A funcionária me disse ainda que não teria problemas por conta do nanismo, já que eles possuíam dois estudantes cadeirantes", diz.
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