Rui Falcão defende direito de defesa a Dirceu
O presidente do PT, Rui Falcão, defendeu nesta terça-feira (4), após se
reunir com a executiva nacional do partido em Brasília, que seja
respeitado o direito de defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu nas investigações da Operação Lava Jato.
Apesar de a legenda ter optado por não mencionar a situação do
ex-dirigente petista em nova nota divulgada nesta terça, Falcão destacou
que “qualquer pessoa acusada é inocente até que se prove o contrário”.
Dirceu foi preso em casa, nesta segunda (3), por ordem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância. Ele é suspeito de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
Na manhã desta terça, os dirigentes do PT se reuniram, em Brasília, para, entre outros pontos, discutir sobre a prisão do ex-ministro e ex-presidente nacional da sigla. Na véspera, a legenda se limitou a divulgar uma nota na qual negou ter participado de “qualquer esquema de corrupção” e destacou que todas as doações que recebeu foram “legais”.
No momento em que Falcão concedia entrevista coletiva nesta terça, a assessoria do partido distribuiu uma nota resumindo as principais conclusões da reunião da Executiva Nacional. O documento, de duas páginas, não há menção à situação de Dirceu.
A postura atual da legenda contrasta com a adotada na época em que o ex-ministro foi condenado no julgamento do mensalão do PT. Na ocasião, a sigla manifestou apoio ao ex-dirigente.
Questionado por repórteres sobre se a nova postura da Executiva Nacional significaria que o partido está “abandonando” Dirceu, Rui Falcão negou.
Dirceu foi preso em casa, nesta segunda (3), por ordem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância. Ele é suspeito de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
Na manhã desta terça, os dirigentes do PT se reuniram, em Brasília, para, entre outros pontos, discutir sobre a prisão do ex-ministro e ex-presidente nacional da sigla. Na véspera, a legenda se limitou a divulgar uma nota na qual negou ter participado de “qualquer esquema de corrupção” e destacou que todas as doações que recebeu foram “legais”.
No momento em que Falcão concedia entrevista coletiva nesta terça, a assessoria do partido distribuiu uma nota resumindo as principais conclusões da reunião da Executiva Nacional. O documento, de duas páginas, não há menção à situação de Dirceu.
A postura atual da legenda contrasta com a adotada na época em que o ex-ministro foi condenado no julgamento do mensalão do PT. Na ocasião, a sigla manifestou apoio ao ex-dirigente.
Questionado por repórteres sobre se a nova postura da Executiva Nacional significaria que o partido está “abandonando” Dirceu, Rui Falcão negou.
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