Greve acaba em tragédia
O relógio digital, ainda marcado por sangue, virou fragmento das lembranças do pai Francisco Erivaldo Matias Marinho,56. Por esse dia tão trágico, Vitor Carneiro Marinho, 29, nunca esperou. Ninguém espera. Há quatro meses morando na serra de Pacoti, onde trabalha numa loja de eletrodomésticos, Vitor saiu de tempo quando recebeu um telefonema no meio da noite anunciando o assassinato do motorista da Cearense, uma empresa de ônibus que atua entre terminais de transporte coletivo em Fortaleza. “Nem acreditei, falei com ele na semana passada”.

Comentários
Postar um comentário